Na lagrima que me escapa
E nem querer voltar atraz.
A vida escorre por entre meus dedos
Não tenho mais o tempo como amigo
Minha amizade agora é um pranto
Que sozinha vivo a lamentar.
Então eu não tenha lhe entendido
A alma se perda na imensidão
Onde ja não se ve o fim
O corpo..Este se torna apenas
Ao fim torna-se algo descartável
Aquela vontade de lutar..
Os que estavam ao meu lado
Mas como diz o velho poeta:
"Faço poesia, como quem morre"
A cada verso desta minha escrita
E é nestes versos que timidamente revelo
Não sou tão forte assim
Sou um reles ser humano!
Maguado taciturno desprovido
De alegria.
Sou um reles ser humano!
Que morre sem motivo
No fim de tudo sou apenas um...
Reles ser Humano!
Obs: Gostaria de Agradecer a "ESTER" por ter me ajudado na escrita deste "Poema"
